Eu sou o Dr. Renato Cortez, médico em Guarantã do Norte (MT). Aqui você encontra um panorama claro das condições que mais acompanho no consultório e na telemedicina.

Minha proposta é entender a sua história, construir um diagnóstico cuidadoso e definir um tratamento que faça sentido para a sua rotina, com revisão periódica e metas combinadas de forma compartilhada. 

Cuidando da saúde mental em todas as fases da vida

Saúde mental muda com a idade, com a fase de vida e com o contexto. Tratar um adolescente que está iniciando crises de ansiedade é diferente de tratar um adulto com burnout ou um idoso com quadro depressivo e queixas de memória. 

O meu trabalho é contextualizar o sintoma: quando começou, o que piora, como está o sono, quais medicações já foram testadas, como estão família e trabalho, e se há outras condições clínicas associadas. Com base nisso, alinho expectativas, explico opções de psicoterapia e medicação (quando indicada) e defino um plano com revisões, acompanhamento por mensagens quando necessário e ajustes ao longo do caminho.

Abaixo você pode navegar pelas principais áreas do consultório, com links para saber mais ou marcar sua avaliação.

Principais áreas de atuação do Dr. Renato Cortez

Depressão – diagnóstico e tratamento personalizado

Quando falo de depressão, começo pelos sinais que mais passam “batido”: queda de energia, perda de interesse, sono desregulado e dificuldade de se concentrar. Nem sempre tristeza é o principal sintoma; em muitos casos, o que aparece é irritabilidade, cansaço e sensação de “nada rende”. No consultório, realizo avaliação clínica detalhada, descarto causas clínicas (como hipotireoidismo, deficiência de B12/ferro, efeitos de medicações) e, junto com você, definimos o melhor caminho: psicoterapia, medicação (quando indicada) e hábitos que atuam como tratamento adjuvante (sono, atividade física, ritmo do dia).

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Ansiedade – quando a preocupação se torna doença

A preocupação é parte da vida, mas quando a mente não desliga, o corpo acusa: palpitação, tensão, nó na garganta, estômago preso, dificuldade para dormir. Trato ansiedade entendendo gatilhos, pensamentos automáticos e padrões de evitação. O plano pode incluir Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), treino de habilidades para reduzir o ciclo ansiedade-insônia e, se necessário, medicações com perfil de segurança adequado ao seu caso.

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Transtorno Bipolar – acompanhamento contínuo para estabilização do humor

No transtorno bipolar, não é “apenas” tristeza ou euforia. Há oscilações de energia, sono e impulso que impactam decisões, vínculos e desempenho. O diagnóstico é clínico e exige olhar para o histórico completo, inclusive episódios passados que foram confundidos com “fases boas”. O tratamento costuma envolver estabilizadores de humor, psicoeducação e um plano de prevenção de recaídas.

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Esquizofrenia – suporte especializado para pacientes e famílias

A esquizofrenia exige cuidado próximo e contínuo. Trabalho com antipsicóticos em dose personalizada, avaliação de efeitos colaterais, apoio psicossocial e orientação à família. Metas claras, como retomada de rotina, adesão ao tratamento e prevenção de recaídas, ajudam a organizar a evolução.

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Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) – controle de pensamentos e rituais

O TOC se apresenta com obsessões (pensamentos intrusivos, imagens, impulsos) e compulsões (rituais, checagens, repetições). O tratamento combina TCC com Exposição e Prevenção de Resposta (EPR) e, quando indicado, medicação em dose adequada para sintomas obsessivo-compulsivos. Estruturamos uma hierarquia de exposição realista e segura, com acompanhamento próximo.

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Transtorno de Pânico – tratamento de crises recorrentes

Ataques de pânico assustam: sensação de morte, falta de ar, dormência, taquicardia. Depois da primeira crise, o medo da próxima vira um segundo problema. O manejo envolve psicoeducação, treino respiratório, TCC focada em interocepção e, quando necessário, medicação para reduzir recorrência. O objetivo é você voltar a circular sem medo.

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TEPT – transtorno de estresse pós-traumático

Após um trauma, não é “fraqueza” continuar mal: o cérebro fica em alarme. Trabalho com terapias focadas em trauma (como TCC e, quando disponível/indicado, técnicas de dessensibilização) e medicações que ajudam a reduzir hiperativação e pesadelos. É um processo que respeita o seu ritmo.

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TDAH – diagnóstico e tratamento em crianças, adolescentes e adultos

TDAH não é só “agitação”. Em adultos, pode parecer desorganização crônica, prazos estourados, dificuldade de sustentar foco. O diagnóstico exige história desde a infância e avaliação de comorbidades (ansiedade, depressão, uso de substâncias). O tratamento pode incluir psicoeducação, organização do ambiente e, quando indicado, medicações estimulantes ou não estimulantes.

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Transtornos do Sono – insônia e outros distúrbios do sono

Sono ruim agrava qualquer quadro emocional. Diferencio insônia primária, insônia por ansiedade e situações que pedem investigação (como apneia). Trato com Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia (TCC-I), higiene do sono ajustada à sua realidade e, quando necessário, medicação com plano claro de uso e desmame

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Burnout – síndrome do esgotamento profissional

No burnout, o problema não é “falta de vontade”: é exaustão crônica. O plano combina ajustes de fronteira trabalho-vida, psicoterapia para manejo de estresse e, em alguns casos, medicação para sintomas agudos (ansiedade, insônia, humor). Também trabalhamos retorno gradual e prevenção de recaída.

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Perguntas Frequentes sobre as áreas de atuação em psiquiatria

No consultório, acompanho depressão, ansiedade, transtorno bipolar, esquizofrenia, TOC, pânico, TEPT, TDAH, transtornos alimentares, transtornos de personalidade, quadros de burnout e questões relacionadas ao sono (insônia e outros distúrbios). Em idosos, avalio queixas de memória para diferenciar depressão de demência e organizar o cuidado com a família.

Alguns sinais ajudam: sofrimento emocional persistente, queda de desempenho, impacto no sono, ideias de culpa ou desesperança, crises de pânico, uso de substâncias para “aguentar o dia”, automutilação e prejuízo em vínculos. Também oriento procurar ajuda quando a psicoterapia já está em curso e há dúvida sobre associar medicação.

Não. Em muitos casos, psicoterapia associada a mudanças de rotina e manejo do sono já traz alívio importante. Quando preciso medicar, explico por que, qual dose, quais efeitos esperados e defino com você um plano de revisão e desmame quando fizer sentido. A regra é individualizar.

Sim, e na maior parte dos quadros, deve. Psicoterapia (TCC, terapias focadas em trauma, terapias de habilidades, entre outras) dá ferramentas para lidar com pensamentos, emoções e comportamentos que mantêm o sofrimento. Eu alinho o plano com o(a) terapeuta quando o paciente autoriza.

É comum existirem comorbidades (por exemplo: ansiedade + insônia; depressão + uso de álcool; TDAH + ansiedade). O plano considera prioridades clínicas (risco, incapacitantes, segurança) e segue uma ordem que faça sentido para melhorar sua funcionalidade o quanto antes.

Atendo presencialmente em Guarantã do Norte (MT) e também via teleconsulta quando apropriado. Em telemedicina, explico os limites e as situações em que preciso reavaliar presencialmente (p. ex., diante de risco aumentado ou necessidade de exame físico).

Depende do diagnóstico, da resposta e das metas. Há quadros agudos, resolvidos em poucos meses, e quadros crônicos, que exigem manutenção para prevenir recaídas. Combinamos intervalos de retorno e sinais de alerta para antecipar ajustes, se necessário.

Não trabalho com rótulos “para sempre”. O diagnóstico é uma fotografia clínica do momento, que pode ser refinada com a evolução e a resposta ao tratamento. O importante é reduzir sofrimento e recuperar funcionalidade, não forçar uma etiqueta.