Procure quando sintomas emocionais ou de comportamento atrapalham a vida (trabalho, estudo, relações, sono) por semanas, ou quando há risco (crises de pânico repetidas, ideias de autoagressão, confusão). Minha avaliação é clínica, em linguagem simples, e o plano é combinado com você.
Não. Em quadros leves, muitas vezes eu começo com psicoterapia e ajustes de rotina. Em quadros moderados a graves, a medicação pode ser necessária por um período, para baixar o volume dos sintomas e permitir que o restante funcione.
Tristeza vem e vai. Depressão persiste e traz prejuízo: falta de energia, perda de prazer, sono ruim, culpa e baixa de rendimento. Se isso dura semanas e a vida encolheu, vale consultar.
Não. Antidepressivo não causa dependência. Ele pode ter efeitos no início e precisa de tempo para agir. Eu inicio em dose baixa, acompanho de perto e, quando estabiliza, planejo redução segura.
Quando a preocupação é excessiva, diária e difícil de controlar, com sintomas físicos (taquicardia, tremor, falta de ar) e prejuízo no dia a dia, avaliamos transtorno de ansiedade.
Ajuda, mas não substitui. Técnicas de respiração, higiene do sono e movimento somam; o eixo é psicoterapia e, quando indicado, medicação.
No Tipo I há mania (elevação marcada do humor, com prejuízo). No Tipo II, há hipomania (mais leve) e depressões. Ambos pedem estabilizadores e cuidado com sono/rotina.
Só com estabilizador de humor e em casos selecionados. Antidepressivo isolado pode virar hipomania/mania. Eu avalio caso a caso.
Falo em controle e funcionalidade. Com antipsicóticos adequados, rotina, reabilitação e apoio familiar, muita gente estabiliza e retoma projetos.
Sim, com seu consentimento. Psicoeducação familiar reduz recaídas e melhora adesão. Eu oriento sinais de alerta e plano de ação.
O pico assusta, mas não é infarto. Eu checo segurança quando necessário, ensino exposições interoceptivas e organizo o plano. O corpo aprende a desligar o alarme.
Nem sempre. TCC com exposição é central. Em quadros moderados a graves, a medicação pode ajudar no início; decidimos juntos.
Se após um mês ainda há intrusões, evitação e hipervigilância com prejuízo, vale consultar. Antes disso, se os sintomas forem intensos, eu também avalio e oriento.
Pode ajudar bastante. Eu explico o protocolo, preparo com regulação e conduzimos em ritmo seguro e gradual.
Em muitos casos, persiste, mudando de forma (menos hiperatividade, mais gestão de tempo e foco). Tratamento combina ferramentas comportamentais e, quando indicado, medicação.
Uso é médico e monitorado. O objetivo é função (iniciar, sustentar, concluir). Eu ajusto dose, horário e acompanho sono, apetite e humor.
Não. Há insônia crônica, distúrbios de ritmo e apneia. Eu diferencio na avaliação e indico CBT-I, higiene do sono e, quando preciso, exames.
Remédio não é primeira linha para insônia crônica. Priorizei CBT-I e rotina. Quando uso medicação, é por tempo limitado e com plano de retirada.
Pode ser, mas TOC vai além: obsessões (pensamentos intrusivos) e compulsões (rituais) que consomem tempo e causam sofrimento.
É essencial. Eu integro ERP com medicação quando necessário e metas graduais, medindo tempo gasto em rituais e alívio da ansiedade.
Se mesmo com descanso o corpo não recupera, a irritabilidade vira padrão e a eficácia cai por semanas/meses, penso em Burnout.
Às vezes, sim; outras, ajustes de contexto e psicoterapia já destravam. Eu avalio caso a caso e, quando necessário, oriento atestado e plano de retorno.
Atendo particular. Em muitos planos, você pode solicitar reembolso com recibo/nota. Eu emito a documentação necessária.
Após a consulta, envio recibo com dados completos. Você solicita ao seu plano conforme regras do contrato. Se precisar, ajudo com as informações técnicas.
Você pode agendar online ou por WhatsApp/telefone do Instituto. Ofereço horários presenciais em Guarantã do Norte (MT) e teleconsulta para todo o Brasil.
Sim. A consulta segue protocolos de sigilo e, quando indicado, eu emito receita digital e solicito exames. Em situações que exigem presencial, explico e organizo com você.
A primeira consulta costuma ser mais longa (para entender a história). Retornos são definidos conforme a necessidade; no início, gosto de acompanhar mais de perto para ajustar o plano.